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Doenças do coração: conheça algumas que mais matam

26 abril de 2018 às 10:48
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As doenças cardiovasculares lideram o número de mortes no mundo, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). Apenas no Brasil, são 300 mil pessoas por ano. Ou seja, um óbito a cada dois minutos. Entre as doenças que mais matam estão o acidente vascular cerebral (AVC), doença vascular periférica, o infarto agudo do miocárdio e a morte súbita.
 
“Entre as características mais comuns são a presença dos fatores de risco como o tabagismo, hipertensão arterial, diabetes mellitus, dislipidemia e obesidade. Os três primeiros citados são fatores que isoladamente são capazes de gerar um evento cardio ou cerebrovascular e em conjunto são responsáveis por cerca de 80% das doenças do coração que mais matam”, explica o cardiologista credenciado da Paraná Clínicas, Valdir Lippi.
 
“O acompanhamento médico regular torna-se importante não só no controle das doenças já instaladas, mas principalmente na prevenção através da detecção precoce e intervenção nos fatores de risco. Além da orientação, caberá ao médico decidir sobre a necessidade do uso de medicações com o objetivo de evitar que um evento ocorra. Lembre-se que são doenças graves e potencialmente fatais e devem ser acompanhadas com muito rigor”, menciona.
 
As doenças que mais matam
AVC: O acidente vascular cerebral acontece quando há entupimento ou rompimento dos vasos que levam o sangue ao cérebro. O AVC causa a paralisia da área cerebral que ficou sem a circulação sanguínea.
 
Doença vascular periférica: Está relacionada com o estreitamento e endurecimento das artérias que realizam o transporte do sangue para os membros inferiores.
 
Infarto agudo do miocárdio: Popularmente conhecido como ataque cardíaco, o infarto agudo do miocárdio é caracterizado pela diminuição ou ausência da circulação sanguínea no coração.
 
Morte súbita: A maioria dos casos de morte súbita está relacionada com doenças do coração. Conhecidas ou não, podem ser congênitas, degenerativas, excesso de atividades físicas, inflamatórias e provocadas por reflexo nervoso, por exemplo. A morte súbita é considerada para os casos onde o óbito é constatado na primeira hora após o início dos sintomas.
 
Fatores
Apesar de fatores como a predisposição genética, os maus hábitos de vida ainda dominam as estatísticas como principal causa. Entre os fatores de risco estão uma alimentação inadequada e rica em gordura saturada, diabetes, hipertensão, sedentarismo, sobrepeso e tabagismo.
 
Confira 12 dicas para a prevenção:
1. Realize um check-up, pelo menos, uma vez por ano;
2. Evite fumar;
3. Recupere o histórico familiar;
4. Tenha uma alimentação saudável;
5. Pratique atividade física com orientação de um profissional;
6. Beba água;
7. Procure um médico imediatamente caso tenha dor no peito ou no tórax acima do umbigo;
8. Preste atenção no peso;
9. Evite ficar estressado;
10.Monitore o colesterol;
11.Cheque sua pressão arterial;
12.Visite um cardiologista regularmente.
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Abr

colesterol: entenda a sua importância

26 abril de 2018 às 10:40
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o que é colesterol
 
Ao contrário do que muitas pessoas pensam, o colesterol não é uma doença. Ele está naturalmente presente no corpo de qualquer indivíduo, desempenhando funções importantes como síntese dos hormônios sexuais e da digestão, além da absorção de vitaminas lipossolúveis [A, D, E e K] e lipídios, produção da vitamina E e prevenção da perda excessiva de água por evaporação na pele.
Cerca de 75% do colesterol do organismo é endógeno, ou seja, produzido pelo corpo, e apenas 25% é obtido pela alimentação. Como o colesterol não pode ser dissolvido pelo sangue, ele precisa se ligar a transportadores específicos [chamados de lipoproteínas] para ser transportado até outros órgãos. As lipoproteínas são as maiores transportadoras de colesterol pelo sangue. Existem vários tipos de lipoproteínas, mas as mais importantes são LDL e HDL.
 
 
tipos de colesterol
 
Existem dois tipos de colesterol: o LDL e o HDL. O colesterol LDL, conhecido como “mau colesterol”, é responsável por transportar o colesterol para células e tecidos. Quando seu nível está elevado no sangue, pode ocorrer um acúmulo nas paredes das artérias que levam o sangue para o cérebro e coração.
 
Com o tempo, o excesso do LDL pode formar placas de gordura que estreitam a artéria, impedindo o fluxo adequado de sangue e aumentando o risco de ataque cardíaco ou isquemia cerebral [falta de oxigênio no cérebro]. Os níveis elevados de LDL estão diretamente associados com doenças do coração, assim como o alto nível de triglicérides.
 
O colesterol HDL, ou bom colesterol, transporta o colesterol dos órgãos e tecido para o fígado, removendo essa substância do organismo. Por atuar na degradação do colesterol, o ideal é que os níveis de HDL no sangue sejam elevados para evitar o desenvolvimento das doenças cardíacas. O baixo nível de HDL (inferior a 40mg/dL) também pode contribuir para o risco de doença cardiovascular. Já o colesterol total é a soma dos tipos de colesterol que circulam no sangue.
 
A arteriosclerose é uma doença que resulta do acúmulo de placas de gordura no interior das artérias, sendo a principal causa de morte no mundo. O seu desenvolvimento é progressivo e provoca a diminuição do sangue nos tecidos irrigados pelas artérias, sendo o colesterol responsável pela obstrução arterial.
 
 
sintomas do colesterol alto
 
A elevação dos níveis de colesterol sanguíneo é silenciosa e assintomática, ou seja, não apresenta sintomas, sendo detectada apenas por meio de exame de sangue ou, em casos mais graves, quando ocorre um ataque cardíaco.
 
 
colesterol: fatores de risco
 
Por não existirem sintomas de colesterol alto, é preciso atenção a alguns fatores de risco:
 
Hipertensão
Tabagismo
Sedentarismo
Idade avançada
Alta ingestão de gordura saturada
Histórico familiar
A genética é um fator importante para o colesterol. Pessoas que possuem histórico de colesterol na família devem fazer acompanhamento e manter bons hábitos alimentares.